Robôs e o Perigo da Guerra

Category: By ederson melo
Cada guerra que começa, novas tecnologias são apresentadas, armas, sistemas, etc. A evolução humana sempre iniciou pela guerra, ou passou por elas para gerar mais e mais tecnologia.

Alvos são indicados e marcados através de lasers ou por satélites com alto nível tecnológico, basta apertar um botão e a artilharia bombardeia o inimigo, preparando terreno para as forças terrestres. Foram definidos que 79% dos alvos são tidos como sucesso, os 21% conseqüências de guerra, alvos camuflados, pontos de treinamento, escolha a desculpa que mais agrada.

Se nossa evolução sempre passou pela guerra para não dizer que dependeu dela, talvez uma civilização de máquinas siga o mesmo caminho. A inteligência humana tende a ser usada como paradigma para a artificial, que também discordará, terá seus motivos para atacar ou se defender.

Se quisermos acabar com uma inteligência artificial de tal magnitude depois de ela existir, ela terá suas defesas, o natural na evolução e se defender para sobreviver.

Lembram de AMEE do filme planeta vermelho, AMEE um robô multifuncional, programado para auxiliar na exploração do planeta mas sofre avarias, quando tentam desativá-la AMEE assume uma postura de defesa presumindo que desativá-la seria o mesmo que matar, então se volta contra todos os humanos no planeta. Em seu programa, AMEE assume uma premissa militar de que contra um maior número de inimigos, você deve ferir um para que os demais se desgastem com o auxilio ao doente.



Assim é possível escolher o alvo mais fraco e eliminá-lo. Já usamos máquinas em guerras, mas nenhum tão inteligente, podemos então considerar robôs como AMEE um dos futuros para as armas militares?




"Resistir é inútil",
Ederson Melo
01/09/2009

 

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